segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Retiro de Espiritualidade do Advento e Natal

Aconteceu, no último final de semana, dia 4, nas Casa de Oração, dia de espiritualidade do Advento e Natal. O encontro foi animado por Irmã Maria Inês Carniato, fsp.
Seguem fotos de alguns momentos:





terça-feira, 30 de novembro de 2010

Retiro de jovens à luz da Palavra

A Casa de Oração das Irmãs Paulinas, em São Paulo (SP), neste final de semana, 27 e 28 de novembro, acolheu 15 jovens para um retiro. O tema foi: Vai! Eu estou contigo!

A maioria desses jovens participaram, durante o ano, do PROJETO DE VIDA PARA JOVENS, nos quais conheceram e experimentaram um pouco do método da Leitura Orante da Palavra. O retiro foi uma oportunidade para escutar e descobrir, por meio da Palavra, o que Deus deseja para a vida de cada um.

Os dois dias foram conduzidos pelas irmãs Edicléia, Roseli e Vanderlane, pelas noviças Daiane, Flavia, Karina e Mery e, contou também, com a participação e colaboração do Padre Ray.
 À luz do apóstolo Paulo, refletimos sobre a nossa vocação, buscando descobrir:

  •   Para quê e como Deus chama?
  • Quais as nossas resistências a esse chamado?
  • O que o Senhor quer que eu faça?
  • E, por fim, o envio de Jesus: Vai! Eu estou contigo! (cf. Mt 28,20).
Durante os dois dias de retiro houve muita abertura e docilidade ao Espírito da parte dos jovens que conviveram em clima de comunidade.
Na missa de encerramento cada um expressou com um desenho o que Deus o convidava a fazer a partir desse encontro com o Mestre.
Uma convergência na partilha manifestou um forte apelo de, como Paulo, ser luz, de viver o amor, e conhecer mais a Palavra de Deus.

sábado, 20 de novembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Retiro de catequizandos na Casa de Oração

De 5 a 7 de novembro, a  Paróquia Santa Susana reuniu catequizandos para o retiro de preparação à Primeira Eucaristia. Foram momentos de revisão de conteúdos, criatividade e oração. A conclusão ocorreu no domingo, 7, com a celebração da Primeira Eucaristia de dez crianças. Mais de 60 pessoas participaram da celebração, com parentes e pessoas da comunidade.



Catequese Bom Pastor

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Outubro - Mês das Missões

Pontifícias Obras Missionárias

Tema: Missão e Partilha
Lema: Ouvi o Clamor do Meu Povo (Ex 3,7b)

A Campanha Missionária, promovida e coordenada pelas Pontifícias Obras Missionárias, propõe para este ano de 2010 o tema Missão e Partilha, e, como lema, Ouvi o Clamor do Meu Povo (cf. Ex 3,7b).
O tema Missão e Partilha remete à Campanha da Fraternidade deste ano, a qual todo ano buscamos resgatar, com enfoque e dimensão missionária. O lema Ouvi o Clamor do Meu Povo remete ao Êxodo do povo de Israel, e aos muitos “êxodos” dos povos atuais. Também nos remete ao tema da migração,
mobilidade humana, do ser peregrinos, lembrando-nos permanentemente que o horizonte da Missão é o mundo, a humanidade no seu todo.

O cartaz traz um fundo verde, sinal de esperança. A Missão alimenta, fortalece nossa fé, esperança  e a  caridade, mantêm-nos no caminho da fidelidade a Deus e à humanidade, Povo de Deus (LG 2).

A água remete ao valor e à dignidade da vida como elemento vital para o planeta, onde vive a humanidade. Aqui, especificamente, remete-nos à realidade amazônica, com sua rica biodiversidade. Lembramos que a última semana do outubro, dedicada à Amazônia, vem inserida no contexto do Mês das Missões.

O barco remete à figura bíblica da Igreja peregrina, que “navega” pelos mares da história da humanidade.
Nela se destaca a figura de Jesus Cristo. É Ele quem  dá segurança: “Não tenham medo... Avancem para águas mais profundas!” (cf. Lc 5,4). Ao mesmo tempo, aponta para o horizonte amplo e universal da Missão, que é o mundo, a humanidade. A Missão não tem fronteiras!

Destaca-se ainda a figura dos índios, etnias vivas e presentes na realidade amazônica, do Brasil e de outros países. Povos que nos acolheram, abrindo-se à Boa-Nova do Evangelho, e que precisam ser respeitados e valorizados como portadores de valores evangélicos já presentes, quais “sementes do Verbo Encarnado”
que estabeleceu morada definitiva entre os seres humanos, mas que desde sempre havia marcado
Sua presença em toda parte, e que, portanto, chegara lá muito antes que o missionário. Contudo, este poderá, sim, ajudar no processo de explicitação da Verdade e Pessoa de Jesus Cristo como nosso Senhor e Salvador, já atuante, portanto, e presente na história salvífica da humanidade.
Um pouco de história
No dia 14 de abril de 1926, atendendo ao pedido de um grupo de seminaristas, o Papa Pio XI instituiu o Dia Mundial de orações e contribuições para a Missão universal da Igreja. Ele próprio, numa celebração em Roma, após a homilia, tirou seu solidéu (aquele gorro branco do Papa), e, fazendo-o passar entre os  cardeais e bispos presentes, realizou uma Coleta para as Missões. Foi um gesto profético do Papa, que hoje repetimos todos os anos no penúltimo domingo de outubro, Dia Mundial das Missões.

Oração Missionária 2010
Ó Deus,
Pai de todos os povos,
Vós que nos abraçais
Com a ternura de uma mãe,
Ouvi o clamor
Das multidões da Amazônia
E do mundo inteiro
Desejosas de Vos conhecer
E Vos amar.
Ensinai-nos a Vos servir,
Na partilha da Fé
E dos Bens,
Que Vós mesmos nos destes.
Amém.

Novena missionária
Temas de Cada Dia


1º dia
A Campanha Missionária: origens, sentido e destinação, e sua sintonia com a Campanha da Fraternidade

2º dia
A Missão nas grandes cidades (Brasil, em especial Sul e Sudeste, e mundo, em especial Ásia e Europa)

3º dia
A Missão nas periferias das grandes cidades

4º dia
Missão e partilha com os povos famintos (Nordeste do Brasil e África)

5º dia
Missão e religiosidade popular: Deus torna-se presente por meio dos símbolos do povo simples

6º dia
Missão e partilha da terra: a questão da terra, os refugiados, o êxodo rural, a questão das migrações (Centro-Oeste do Brasil e América Latina)

7º dia
Missão e meio ambiente: Amazônia, ecologia, povos nativos, testes nucleares na Oceania

8º dia
Missão e partilha de bens: Coleta do Dia Mundial das Missões (23 e 24 de outubro – penúltimo domingo do mês)

9º dia
Missão e partilha de pessoas: clero, religiosos/as e missionários/as leigos
Fonte: POM - http://www.pom.org.br/campanha/campanha.html#

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Comunicação na Catequese: Maratona Bíblica - Mês da Bíblia

Maratona Bíblica - Mês da Bíblia: "No mês da Bíblia, setembro, esta Maratona pode ser realizada nos grupos de Catequese, reflexão bíblica, em família, nos diversos grupos, apó..."

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Comunicação na Catequese: Setembro - Mês da Bíblia

Comunicação na Catequese: Setembro - Mês da Bíblia: "Tema: Levanta-te e vai à grande cidade (Jn 1,2)Há 39 anos a Igreja do Brasil celebra no mês de setembro o Mês da Bíblia. A celebração teve s..."

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Vocacionados da Bíblia - Com quais me identifico?

Com a dinâmica do Espelho bíblico, cada pessoa procura se identificar com um dos vocacionados da Bíblia, nos diferentes períodos

Época dos patriarcas e matriarcas: de 1800 a 1250 a.C.

Abraão
Chamado para ser pai de um povo, Abraão não consegue acreditar na promessa de Deus. Inicialmente, só consegue crer nos projetos que ele mesmo propõe como alternativa. Mas, após três tentativas frustradas, Abraão passa a crer e se entrega (Gn 12,1-3; 15,1-6; 17,15-22; 22,1-18).

Sara
Quando chamada, Sara deu risada (Gn 18,12), como seu marido Abraão (Gn 17,17). Risada de incredulidade. Não conseguiu crer no chamado. Pois não conseguiu crer em si mesma e em Abraão. Era difícil crer, pois ela já era de idade avançada e estéril. Como crer que poderia ser mãe! (Gn 18,9-15).

Agar
Chamada através de uma ordem de Sara, sua patroa, Agar é por ela desprezada e excluída. Mas Deus continua fiel e a sustenta. A fidelidade de Agar recebe uma recompensa: ela chega a ter uma experiência profunda do próprio Deus (Gn 16,1-16; 21,8-21).

Jacó
Chamado para ser Israel, Jacó lutou com o anjo (o próprio Deus) a noite inteira, até que fosse abençoado (Gn 32,23-33). Passagem misteriosa que recebeu muitas interpretações ao longo dos séculos. É um espelho para significar as lutas que as pessoas travam com Deus e com sua vocação ao longo de suas vidas. Oferece esperança de vitória.


Época do êxodo: 1250 a 1200 a. C.

Moisés
Sentiu o primeiro chamado diante da opressão do seu povo e chegou a matar um egípcio. Teve medo e fugiu (Ex 2,12-15). Mais amadurecido, é chamado novamente para libertar o povo. Novamente tem medo e arruma várias desculpas, mas no fim a vocação é mais forte que a resistência medrosa, e ele acaba aceitando (Ex 3,11.13; 4,1.10.13).


Miriam (Maria)
Chamada pelo seu próprio talento e pela necessidade do momento, Miriam convoca as mulheres para celebrar a vitória depois da travessia do mar Vermelho (Ex 15,20). O Cântico de Miriam é um dos textos mais antigos da Bíblia, ao redor do qual se foi juntando o resto como cera ao redor do pavio (Ex 15,21). Ela teve problemas com a excessiva liderança de Moisés, seu irmão (Nm 12,1-16).

Aarão
Foi chamado por intermédio de Moisés, seu irmão, para ser porta-voz (Ex 4,14-15; 7,1-2). Aarão é da tribo de Levi, tribo sacerdotal. O clã de Aarão consegue impor-se aos outros clãs da tribo de Levi e obtém a função central no templo. Os outros clãs se tornaram seus ajudantes (Nm 18,2-3).

Os Setenta
O chamado deles nasce das necessidades concretas ligadas à coordenação do povo. Diante da impossibilidade de assumir sozinho a coordenação do povo e aconselhado pelo bom senso do seu sogro, Jetro, Moisés descentraliza o poder e chama setenta pessoas para participar na coordenação. O chamado se faz de acordo com certos critérios para poder servir ao povo (Ex 18,21-22; Nm 11,16).

Josué
Era o que mais ajudava Moisés. Foi fiel nos momentos difíceis e nas crises. É da sua condição de companheiro fiel que nasce o chamado para suceder a Moisés. Moisés mesmo o apresenta ao povo como seu sucessor e dá a ele, várias vezes, a ordem: "Sê forte e corajoso!" (Js 1,6-9).

Época dos juízes: 1200 a 1000 a. C.

Débora
A pessoa chamada foi um tal de Barac, que não teve coragem nem condições para realizar a vocação. Barac chamou-a para libertar o povo num momento difícil da sua história. Juíza e mulher forte, chama outras pessoas para ajudá-la na tarefa e obtém a vitória (Jz 4,1-10).

Gedeão
Era um lavrador bem simples. Oprimido pela exploração da parte dos madianitas, sente o chamado, mas não consegue acreditar no convite de Deus e pede uma dupla

Ana
É casada com Elcana, mas não pode ter nenê, pois é estéril. Durante a romaria anual ao pequeno santuário, num momento de tristeza em que derramava sua alma na presença do Senhor, recebe através de Eli o chamado para ser mãe. Nasce o filho, Samuel. Ela responde ao chamado preparando o menino para a missão para a qual Deus o destinou (1 Sm 1,9-18).

Samuel
Chamado por Deus, criança ainda, não percebe a vocação e precisa da ajuda de uma pessoa mais velha para orientá-lo. O velho Eli orienta o menino e o ajuda a percebê-la: "Fala, SENHOR, que teu servo escuta!". Esta ajuda mútua fez nascer uma vocação muito importante na história do Povo de Deus (1Sm 3,1-18).

Época dos reis e profetas: 1000 a 587 a. C.

Saul
Mesmo chamado por aclamação (1 Sm 11,12-15), por unção (1Sm 10,1-8) e por sorteio (1Sm 10,17-24), bastante inconstante, não soube manter-se na fidelidade. Devorado pela inveja e pela vingança, persegue Davi e quer matá-lo (1Sm 18,6-9; 19,8-17).

Davi
Foi chamado por unção (1 Sm 16,1-13) e a convite do povo para ser rei de Judá (2Sm 2,1-4) e de Israel (2Sm 5,1-5). É exaltado na Bíblia como rei fiel. Na realidade, dentro dos nossos conceitos, não parece ter sido tão fiel. O poder do rei era absoluto e, naquele tempo, muitos não percebiam os limites desse poder quase absoluto dos reis (cf. 1 Sm 8,10-18).

Salomão

Foi indicado para ser rei por ser filho de Davi. Ele chegou a tomar o poder por meio de uma conspiração palaciana (1 Rs 1,28-53). Foi pessoa sábia e esperta (1 Rs 5,9-14), mas o poder e o luxo da riqueza o corromperam totalmente (1 Rs 11,1-13). Salomão entrou na história como o rei sábio, ao qual foram atribuídos vários livros sapienciais da Bíblia.

Elias
A Palavra de Deus o atinge e ele obedece. Faz o que a Palavra pede (1Rs 17,3.9; 18,1; 19,7-8.11.15-16; 21,18-19; 2Rs 1,3.15; 2Rs 2,2.4.6.11). É conhecido como o homem sempre disponível para a ação do Espírito (1 Rs 18,12; Eclo 18,1-11). Buscou a presença de Deus no terremoto, na tempestade e no fogo, e não o encontrou nestes sinais tradicionais. Encontrou a Deus na brisa suave (1 Rs 19,9-13).


 
Eliseu
Recebe o chamado de Elias, pede licença para se despedir dos pais e vai atrás de Elias, largando tudo (1 Rs 19,19-21). As muitas histórias dele estão no Segundo Livro dos Reis (4-8).

Jeú
Chamado por Elias (1 Rs 19,16) e Eliseu (2Rs 9,1-10) para enfrentar os abusos do rei Acab, foi mais abusado que o próprio rei e matou sem critério todos os possíveis concorrentes (2Rs 9,22-37; 10,1-27). Foi condenado pelo profeta Oseias.

Amós
Percebe o chamado de Deus como algo irresistível, que sobe da situação de opressão e exploração do povo: o leão ruge, quem é que não tem medo! Deus chama, quem é que tem coragem de não obedecer! (cf. Am 3,3-8; 7,15).

Ezequias
A conjuntura política internacional favorável levou-o a promover uma reforma profunda para evitar o desastre sofrido pelo Estado de Israel (2Rs 18,1-8). Ficou doente e ia morrer. Chorou, pediu a Deus e recebeu mais quinze anos de vida através da ajuda do profeta Isaías (2Rs 20,1-11 ; Is 38,1-8).

Josias
É chamado para servir o povo como rei através das circunstâncias políticas particulares que levaram ao assassinato do rei Amon (2Rs 21 ,23-24; 22,1). Promoveu a reforma que foi chamada reforma deuteronomista (2Rs 23,1-27). A reforma terminou com a sua morte trágica, quando entrou na guerra contra o Egito (2Rs 23,29-30).

Oseias e Gomer
Um drama familiar e uma experiência forte de amor levaram os dois à descoberta da sua missão no meio do povo (Os 1,1-3,5).

Isaias
Tem uma profunda experiência de Deus, descobre a sua incapacidade, mas se oferece: ''Aqui estou!" (Is 6,1-13).

Jeremias
Na hora de perceber o chamado, fica meio gago e se desculpa: "Sou apenas uma criança!", mas assumiu a vocação (cf. Jr 1,4-10). Sofreu a vida inteira por causa da vocação assumida, mas continuou fiel até o fim (Jr 20,7-18).

Ezequiel
Quando recebe o chamado de ser a sentinela do povo, fica mudo por vários dias (Ez 3,25-27).


Época do exílio e pós-exílio: 587 a 1 a. C.

Neemias
O chamado vem através das exigências da situação do povo e de um convite do rei da Pérsia. Exerce a sua vocação como funcionário do rei da Pérsia (Ne 2,1-8).

Esdras
Vê um chamado de Deus na missão que recebe do rei da Pérsia para organizar o povo (Esd 7,11-26).

Rute
Percebe e assume o chamado através da sua solidariedade com Noemi, que ficou viúva sem futuro (Rt 1 ,15-18).

Jonas
É o profeta que não teve a coragem de assumir o chamado e fugiu. A imagem estreita que tinha de Deus impediu-o de perceber sua vocação (Jn 1,3).

Descobre o chamado na contradição provocada pela ideologia falsa da época que dizia: "Todo sofrimento é castigo de Deus pelo pecado". A consciência dele dizia: "Não pequei para merecer tanto sofrimento!". Lutou e foi fiel ao chamado da sua consciência criticando sem parar a falsa imagem de Deus da ideologia dominante.

Ester
Era uma criança órfã, adotada pelo tio, Mardoqueu. Por um destino não previsto, Ester acabou sendo rainha por causa da sua beleza (Est 2,15-17). Chamada a ser a libertadora do seu povo, ela assume o chamado com risco da própria vida (Est 4,12-17).

Judite
Chamada para libertar o povo num momento de extrema angústia (Jt 8,1-36), confia no Deus que é "o Deus dos humildes, o socorro dos mais pequenos, o defensor dos fracos, o protetor dos rejeitados, o salvador dos desesperados" (Jt9,11).

Sulamita, a jovem do Cântico dos Cânticos
Envolvida numa intriga e constantemente vigiada pelos irmãos maiores, grita e proclama a sua independência e segue o seu próprio caminho para poder realizar o ideal do amor (Ct 8,1-14).

Matatias
Percebe e assume o chamado no momento de ser confrontado com a opressão e a perseguição do povo (1 Mc 2,1-28).

Judas Macabeu
É chamado para liderar as batalhas por ser o filho mais corajoso de Matatias (1 Mc 2,66).

Época de Jesus: 1 a 33

Zacarias
Não foi capaz de crer no chamado e ficou mudo (Lc 1,11-22) .

Isabel
Era estéril, mas acreditou no chamado, concebeu e tornou-se capaz de reconhecer a presença de Deus em Maria (Lc 1,23-25.41-45).

João Batista
Chamado desde o seio materno (Lc 1 ,11-17), João assume a missão com coragem (Mc 6,17-29). É o primeiro profeta depois de muitos séculos de silêncio (Lc 1,59-66; Mt 11 ,7-15).

José
Chamado para ser o esposo de Maria, José rompe com as normas do machismo da época, não denuncia Maria nem a manda embora, mas, sendo justo, ele a assume como sua esposa e, assim, salva a vida tanto de Maria como de Jesus (Mt 1 ,18-25).

Maria, Mãe de Jesus
Acostumada a ruminar os fatos (Lc 2,19.51), percebe e acolhe a Palavra, trazida pelo anjo Gabriel, a ponto de encarná-la em seu seio, em sua própria vida (Lc 1,26-38).

Apóstolos
Foram chamados para estar com Jesus, para anunciar a Palavra e para combater o poder do mal, para estar com Jesus e ir em missão (Mc 3,13-19).

Pedro
Pessoa generosa e entusiasta (Mc 14,29.31 ; Mt 14,28-29), mas na hora do perigo e da decisão o seu coração encolhia e voltava atrás (Mt 14,30; Mc 14,66-72). Jesus rezou por ele (Lc 22,32).

Tiago e João
Dois irmãos. Estavam dispostos a sofrer com Jesus (Mc 10,39), mas eram violentos (Lc 9,54). Jesus os chamou filhos do trovão (Mc 3,17). João pensava ter o monopólio de Jesus. Jesus o corrigiu (Mc 9,38-40).

Filipe
Tinha jeito para colocar os outros em contato com Jesus (Jo 1,45-46), mas não era muito prático em resolver os problemas (Jo 6,5-7; 12,20-22). Parecia um pouco ingênuo. Jesus chegou a perder a paciência com ele: "Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me conheces?" (Jo 14,8-9).

André
Pessoa prática. Foi ele que encontrou o menino com cinco pães e dois peixes (Jo 6,8-9). É a ele que Filipe se dirige para resolver o caso dos gregos que queriam ver Jesus (Jo 12,20-22), e é André que chama Pedro para encontrar-se com Jesus (Jo 1 ,40-43).

Tomé
Com teimosia sustentou sua opinião, uma semana inteira, contra o testemunho de todos os outros (Jo 20,24-25). É que o Jesus ressuscitado em que Tomé acreditava tinha de ser o mesmo que fora crucificado e que carregava os sinais da tortura no corpo (Jo 20,26-28).

Natanael
Era bairrista e não podia admitir que algo de bom pudesse vir de Nazaré (Jo 1 ,46). Mas quando Jesus o encontra, ele se entrega (Jo 1,49). Este Natanael aparece só no Evangelho de João. Alguns o identificam com o Bartolomeu que aparece na lista do Evangelho de Marcos (Mc 3,18).

Mateus
Era um publicano, pessoa excluída pela religião dos judeus (Mt 9,9). Sabemos pouco da vida dele. No Evangelho de Marcos e de Lucas ele é chamado Levi (Mc 2,14; Lc 5,27). O nome Mateus significa Dom de Deus. Os excluídos são "mateus" (dom de Deus) para a comunidade.

Simão
Era um zelote (Mc 3,18). Dele só sabemos o nome e o apelido. Nada mais. Ele era zelote, isto é, fazia parte do movimento popular que na época se opunha à dominação romana.

Judas
Guardava o dinheiro do grupo (Jo 12,6; 13,29). Tornou-se o traidor de Jesus (Jo 13,26-27). Ao ver que Jesus foi condenado, sentiu remorso, mas não conseguiu crer no perdão e se enforcou (Mt 27,3-5).

Samaritana
Teve dificuldade em perceber o chamado (Jo 4,7-30), mas, uma vez confirmada, tornou-se uma grande apóstola no meio do seu povo (Jo 4,39-42).
A moça do perfume
Teve a coragem de quebrar as normas da época e entrou na casa do fariseu, onde Jesus estava. Banhou os pés dele com lágrimas, enxugou-os com seus cabelos e os ungiu com perfume (Lc 7,36-50).

A mulher Cananéia
Gritou atrás de Jesus pela saúde de sua filha doente e, chamada de cachorrinho por Jesus, teve a coragem de exigir os seus direitos como cachorrinho, que era receber as migalhas que caem da mesa dos filhos (Mt 15,21-28). E havia muitas migalhas. Doze cestos! (Mc 6,43).

O jovem rico
Observava todos os mandamentos desde criança. Quando Jesus o chamou para abandonar tudo o que tinha, dá-lo aos pobres e seguir Jesus de perto, não teve coragem e voltou atrás (Mc 10,17-31).

Nicodemos
Era membro do Sinédrio, o Supremo Tribunal da época. Homem importante. Ele aceita a mensagem de Jesus, mas não tem coragem de manifestá-lo publicamente (Jo 3,2). Junto com José de Arimateia, cuidou da sepultura de Jesus (Jo 19,39).

Joana e Susana
Joana era a esposa de Cuza, procurador de Herodes, que governava a Galileia. Ela e Susana faziam parte do grupo de mulheres que seguia a Jesus, o servia com seus bens e subia com ele até Jerusalém (Lc 8,2-3; Mc 15,40-41). Seguir Jesus, Servir Jesus, Subir com Jesus até o Calvário: é o ideal do discípulo e da discípula.

Maria Madalena
Era nascida da cidade de Magdala. Daí o nome Maria Ma(g)dalena. Jesus a curou de uma doença (Lc 8,2). Ela o seguiu até o pé da cruz (Mc 15,40). Depois da Páscoa, foi ela que recebeu de Jesus a ordenação de anunciar aos outros a Boa-Nova da Ressurreição (Jo 20,17; Mt 28,10).


Época das comunidades dos primeiros cristãos: 33 a 100

Matias
Chamado a ser apóstolo por sorteio, após uma reunião dos outros onze apóstolos (At 1 ,15-26).

Barnabé
O primeiro a partilhar os seus bens (At 4,36s). É chamado a enfrentar missões difíceis (At 9,26-27; 11,22.25; 13,2).



Paulo
Foi chamado num momento em que tudo indicava o contrário, pois era perseguidor (At 9,1-19). O chamado o derrubou na estrada de Damasco (At 9,3-4) e modificou sua vida para sempre.

Lídia
Sente o chamado ao ouvir a pregação de Paulo; torna-se a primeira coordenadora das comunidades cristãs na Europa (At 16,14s).

Andrônico e Júnia
São chamados por Paulo de "parentes e companheiros de prisão, apóstolos notáveis, que ademais se tornaram discípulos de Cristo antes de mim" (Rm 16,7).

Febe
Chamada a ser diaconisa, torna-se "irmã" de Paulo e presta seu serviço a muita gente (Rm 16,1-2).

Timóteo
Preparado pela formação recebida em casa (2Tm 1,5; 3,14), é chamado a ser companheiro de Paulo (At 16,1-3).

Prisca (Priscila) e Áquila
Casal amigo de Paulo. Os dois respondem ao chamado combinando as exigências das comunidades com as possibilidades da sua profissão (At 18,2-3; Rm 16,3-5).


Para aprofundar a vocação na Bíblia

Você pode completar esta longa lista das pessoas vocacionadas que ocorrem na Bíblia, pois no álbum da Família de Deus existem muito mais fotografias. Em seguida, vale a pena aprofundar o assunto através das seguintes possíveis perguntas:

1. Qual a origem da vocação e qual o objetivo que ela quer atingir na vida da pessoa chamada?

2. Qual a missão que a pessoa chamada recebe dentro do conjunto do Povo de Deus?

3. Quais os critérios de escolha que Deus usou para chamar a pessoa?

4. Quais os recursos disponíveis para a pessoa chamada realizar sua missão?

5. Quais as resistências que a pessoa chamada oferece e por quê?

6. Quais os problemas que a pessoa chamada encontra na execução da sua vocação e como os enfrenta?

7. Vocação pessoal e situação do povo: como estas duas realidades estão relacionadas entre si na vida da pessoa chamada?

8. Quais as vocações específicas que as mulheres recebem dentro do conjunto do Povo de Deus?

9. Quais os traços do rosto de Deus que transparecem em cada chamado?

10. Com qual de todas essas vocações você mais se identifica e com quais menos se identifica? Por quê?

( Do livro "Vai! Eu estou contigo", Frei Carlos Mesters, Paulinas).

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Rainha dos Apóstolos: Assunção de Maria

Rainha dos Apóstolos: Assunção de Maria: "O dogma da Assunção se refere a que a Mãe de Deus, no final de sua vida terrena foi elevada em corpo e alma à glória celestial. O bem-a..."

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Testemunhas: 7. Características do discípulo

Testemunhas: 7. Características do discípulo: "Disseram os bispos, no documento de Aparecida: 'Como características do discípulo, indicadas pela iniciação cristã, destacamos; que ele tenh..."

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Programação do mês de Agosto

Dia 3 - Encontro da CRB
Dia 6 - Paróquia Santa Suzana
13 e 14 - Convenção de Paulinas
17-18 - Retiro de Institutos Seculares ( Camilianas)
22 - Congr. Pastoral familiar de Osasco
27 a 29 - Ass. Ed. de Cristo
28-29 - Retiro Pastoral Familiar
28 - Retiro da Paróquia Santíssima Trindade

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Retiro na Casa de Oração

Mais um curso de Exercícios Espirituais, na  Casa de Oração. Começou ontem, dia 25. Participa um grupo de Irmãs Paulinas, sob a orientação do sacerdote paulino, Padre Mário Pizetta.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Revitalização (5)


Do dia 18 a 23 de julho, aconteceu na Casa de Oração mais um encontro (5) de Revitalização das Irmãs Paulinas.
Esta Revitalização feita, anualmente, abrange as áreas humana, bíblica, comunicação e espiritualidade.
Todas  as Irmãs da Província do Brasil participam

domingo, 18 de julho de 2010

Jovens se encontram na Casa de Oração

A equipe da Casa de Oração, coordenada por Irmã Natalina de Bortoli, fsp, está sempre recebendo grupos para reflexão e oração.
Desta vez, dia 17, foram os jovens que se preparam para a Crisma.
São jovens de algumas paróquias da Área Pastoral Nossa Senhora Aparecida, da Diocese de Osasco.

Padre Alexandre Augusto Siles orientou e celebrou com o grupo.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Encontro de Formadoras e Animadoras Vocacionais Paulinas

Começou dia 7 de julho, na Casa de Oração, na Cidade Regina, o Encontro de formadoras e animadoras vocacionais. Participam 30 pessoas.
Está presente o Conselho Provincial. Participa também, proveniente da Itália, Irmã Pina Riccieri, fsp, que desenvolve o tema "Formação Vocacional Paulina em tempos midiáticos".

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Convenção de Promotores de Paulinas




Palestras e partilha
Começou dia 30 de junho e vai até 5 de julho, na Casa de Oração,
a Convenção dos Promotores de Paulinas.
Participam 66 pessoas.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Mais revitalização e Retiro

Realiza-se na casa de oração das Paulinas, um Curso de Revitalização:
de 10 a 15 de junho, com a participação de 36 Irmãs.
Em seguida, de 16 a 24, o Retiro anual, de 25 Irmãs.

terça-feira, 25 de maio de 2010

VIII Assembleia do SAL


Realiza-se, de 22 a 26 de maio, na Casa de Oração, em São Paulo, a VIII Assembleia do SAL - Serviço Apostólico Latino-americano. Participam Irmãs da América Latina, dos Estados Unidos e do Conselho Geral.
Buscam novos caminhos para a Evangelização no continente e farão a eleição da nova coordenação. A atual diretora é Irmã Élide Pulita, do Brasil.
Conheça mais, visitando o site SAL: http://www.paulinas-sal.org/

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Conclusão do encontro latino-americano para o redesenho das presenças


O último dia das participantes do encontro para o redesenho das presenças no Continente Americano foi aberto com a partilha das irmãs, uma verdadeira ação de graças ao Senhor por tudo o que ele nos possibilitou viver e realizar durante esse intenso caminho. Um caminho condensado em um pequeno documento, que dá testemunho de uma feliz conquista dos objetivos previstos.
Em nível local, houve profunda sintonia sobre as “luzes” que deverão assinalar o caminho de todas:
- a pastoral vocacional, procurando novas modalidades de encontro com os jovens e vivendo mais próximas de seu mundo;
- a partilha do carisma com os leigos, empenhando-se em valorizar a vocação laical e a formação para atuar junto com eles;
- a renovação da vida comunitária, lugar da escuta orante da Palavra e da partilha da fé, anúncio vivente do Evangelho, lugar de atração vocacional.

Em nível continental, foram individuadas prioridades concretas, com etapas bem definidas e pontuadas para breve e médio prazo. As propostas exprimem o desejo de ser presença profética e de sentir-se um “único corpo” partilhando recursos e talentos. Vão na direção do redesenho da formação e da missão, e no empenho de individuar formas de maior colaboração e solidariedade entre as diversas circunscrições.
“Deixemos que o Senhor continue a nos conduzir, juntas”, exortou ir. Maria Antonieta Bruscato, superiora geral, nas suas conclusões. E continuou: “Por isso, invoco sobre todas nós a abundância do Espírito do Ressuscitado para podermos ser construtoras de comunidades de verdadeiras discípulas, que o Mestre reconhece, ama e continuamente envia”.
Sobre o discipulado e a missão foi confrontada, em 2007, a Igreja latino-americana na Conferência de Aparecida, escolhendo partir da missão, uma missão audaz, que envolve a todos, sobretudo os leigos, para buscar juntos “as ovelhas que não estão no rebanho”. A isto fomos solicitadas também nós pelo cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, que partilhou um longo momento, falando sobre o pós-Aparecida e presidindo uma festiva Eucaristia.

Redesenho das Presenças no continente americano: dia 19

O Espírito Santo, hoje,  inundou com sua luz  a assembleia e doou sua força para se chegar ao consenso sobre as escolhas que todas esperavam.

Já na Celebração Eucarística, presidida por p. Mário Nahuelpan, sentiu-se um forte apelo do Senhor. Iniciou-se a liturgia da Palavra,  reunidas em diversos grupos. De todas ressoou a mesma palavra:
unidade, comunhão...

Como não reconhecer nisso o convite do Espírito para redesenhar a  presença paulina no continente no sentido de comunhão e de colaboração?

Finalmente entraram numa profunda sintonia, chegando assim a elaborar as propostas concretas e sólidas. À tarde, as analisaram e priorizaram, bem como determinaram os tempos da realização.

Este dia, belo e empenhativo, foi concluído com uma hora de adoração orientada pela Superiora geral,  iluminadas pela palavra do Fundador sobre a universalidade da  missão paulina.